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Prefeitura Municipal de Itariri · Departamento Municipal de Saúde
Emergências Pediátricas

Sepse e Choque Séptico na Pediatria

Reconheça • Trate na primeira hora • Transfira com segurança

Protocolo municipal para o atendimento da criança com sepse e choque séptico no Pronto-Socorro, do reconhecimento precoce à regulação da transferência.

PMUE-SEP-PED-001 • Versão 1.0 — 2026

Painel A3 do protocolo municipal de sepse e choque séptico pediátrico de Itariri

Resumo Operacional

Suspeitar de sepse diante de infecção suspeita com piora clínica, sensório alterado, taquicardia persistente, TEC prolongado, extremidades frias, oligúria ou hipoxemia. Ativar o Tempo Zero com ABCDE, monitorização, glicemia, peso e dois acessos (IV ou IO). Na primeira hora: coletar amostras sem atrasar o tratamento, iniciar antimicrobiano empírico em até 60 minutos e administrar cristaloide isotônico 10–20 mL/kg em bolus com reavaliação após cada bolus. No choque persistente ou refratário, iniciar vasoativo precocemente em bomba de infusão e acionar a CROSS para UTI pediátrica.

Materiais do Protocolo

Documento oficial, painel A3, casos clínicos, slides de treinamento, vídeo-aulas e podcasts.

Protocolo completo

Documento oficial municipal (PDF).

Painel A3 / Fluxograma

Cartaz para impressão na Sala Vermelha.

Casos clínicos simulados

6 casos para treinamento e simulação.

Slides para Treinamento 1

Pediatric Sepsis Emergency Protocol.

Slides para Treinamento 2

Protocolo de Sepse Pediátrica.

Vídeo-Aula 1

Sepse e choque séptico.

Vídeo-Aula 2

Sepse pediátrica.

Podcast 1

Novo protocolo de sepse pediátrica de Itariri.

Podcast 2

A mentira da pressão na sepse pediátrica.

Podcast 3

Sepse pediátrica e a ilusão da pressão.

Vídeo-Aulas

Vídeo-Aula 1 — Sepse e Choque Séptico

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Vídeo-Aula 2 — Sepse Pediátrica

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Podcasts

Podcast 1 — Novo protocolo de sepse pediátrica de Itariri

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Podcast 2 — A mentira da pressão na sepse pediátrica

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Podcast 3 — Sepse pediátrica e a ilusão da pressão

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Casos Clínicos Simulados

Seis cenários para treinamento e simulação clínica.

1. Lactente, 8 meses — pneumonia / choque frio

TEC 5 s, extremidades frias, taquicardia e esforço respiratório. Erro a evitar: aguardar hipotensão para reconhecer choque.

2. 3 anos — meningococcemia provável

Petéquias, má perfusão e alteração do sensório. Precaução por gotículas, antimicrobiano imediato e CROSS precoce.

3. 5 anos — pneumonia grave e choque persistente

Choque sem resposta ao primeiro bolus: reavaliar pulmões/fígado, suporte respiratório e vasoativo em bomba.

4. Lactente, 11 meses — gastroenterite e hipoglicemia

Glicemia 45 mg/dL: corrigir pelo protocolo, estabilizar e diferenciar sepse de hipovolemia.

5. 7 anos — sepse de foco urinário

Tempo Zero e coleta dirigida sem atrasar antibiótico. Erro a evitar: subestimar ITU febril por PA ainda normal.

6. Recém-nascido pós-alta — sepse neonatal tardia

Fluxo neonatal específico: glicemia, estabilização térmica, antimicrobiano próprio e transferência imediata.

Infográfico com seis casos clínicos simulados de sepse pediátrica, com história, achados críticos, decisão imediata e erro a evitar
Casos Clínicos Simulados — Sepse Pediátrica Baixar

Painel A3 para a Sala Vermelha

Painel A3 de sepse e choque séptico pediátrico com suspeita, Tempo Zero, primeira hora, fluidos, vasoativos e transferência CROSS
Painel A3 — Sepse e Choque Séptico Pediátrico Baixar

Slides para Treinamento

Slides 1 — Pediatric Sepsis Emergency Protocol

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Slides 2 — Protocolo de Sepse Pediátrica

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Mensagens-Chave

Criança que parece doente exige ação imediata — infecção suspeita + piora clínica é sepse até prova em contrário.

Hipotensão é sinal tardio e grave: sua ausência NÃO exclui choque séptico.

Tempo Zero — ABCDE: chamar ajuda, monitorização, O₂, peso, 2 acessos IV (ou IO) e coleta sem atrasar o tratamento.

0–5 min: reconhecer, chamar equipe e iniciar ABCDE. 5–15 min: monitor, glicemia, peso, IV/IO e amostras.

Até 60 min: antimicrobiano empírico conforme foco, idade e protocolo local.

Cristaloide isotônico 10–20 mL/kg em bolus, reavaliando após CADA bolus — não repetir volume sem nova avaliação.

Buscar sinais de sobrecarga: hepatomegalia, estertores, esforço respiratório e hipoxemia.

Choque refratário a fluidos: iniciar vasoativo precocemente em bomba — adrenalina (choque frio) ou noradrenalina (choque quente).

Acionar CROSS precocemente — Vaga Zero conforme fluxo regulatório, com acesso pérvio, O₂, monitor e documentação.

CROSS / Vaga Zero — Transferência Segura

Acionar a CROSS precocemente diante de choque persistente, uso de vasoativo, suporte ventilatório avançado, alteração neurológica, convulsão, meningite/meningococcemia, disfunção orgânica ou necessidade de UTI pediátrica/neonatal. Transferir com acesso pérvio, O₂, monitor, bomba de infusão, medicações, documentação e comunicação estruturada com o serviço de destino.

Prefeitura Municipal de Itariri — Departamento Municipal de Saúde

Pronto-Socorro Municipal Dr. Taminato Tion

Rede Municipal de Urgência e Emergência

PMUE-SEP-PED-001 • Versão 1.0 — 2026

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